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Dez minutos com um iPhone

Complementando o post abaixo, não foi só o correspondente especial Marcelo que teve a chance de ter um iPhone em mãos. Pude, praticamente por acaso, brincar por algum tempo com um iPhone. Foi na Apple Store de Atlanta, por onde andei passando em virtude da Robocup 2007. A loja não estava cheia, mas ainda assim a loja fez questão de fazer uma pequena fila na entrada para organizar os “ávidos” compradores. Fiquei 5 minutos na fila e entrei.

Brinquei por cerca de 10 minutos – naveguei um pouco, mandei e-mail, vi fotos e vídeos, acessei o Google Maps. O grande ponto forte é o visor. O contraste é muito bom, os ícones se integram de tal forma com o aparelho que mais parecem pintados. É tudo muito bonito e simples de entender, o que era de se esperar. A tela sensível ao toque funciona bem, responde rápido aos comandos e se aprende fácil os atalhos para aproximar, afastar e movimentar imagens, menus e mapas. O que não consegui me acostumar foi com a digitação no teclado virtual – as teclas são pequenas e meus polegares grandes demais. Nos 10 minutos de experimentação tive uma taxa de erro de algo como 20% a 30% – a maior parte dos erros são de troca de letras e poucos erros de não aparecer a letra que se digitou. Acredito, no entanto, que é uma questão de costume e que seja perfeitamente possível digitar rapidamente naquele teclado.

Testei pouco a câmera e não testei o áudio – isto é, não testei nada das funcionalidades de telefone. No geral, fiquei tentado a comprar. Não o fiz por uns detalhes. 400 deles, para ser mais exato. E não funcionar no Brasil também não é um grande incentivo também. Mas, por 10 minutos, fui um usuário de um iPhone.

Geek42 e o iPhone

Recebi meu primeiro e-mail escrito de um iPhone. Nosso correspondente em Atlanta, Marcelo Galeriano, enfrentou a fila para poder “brincar” com o tão esperado celular da Apple. Segundo Marcelo, a espera foi de aproximadamente 5 minutos. Nós brasileiros, infelizmente, não podemos comprar o produto, pois não existem unidades avulsas. A única opção é usar na loja e babar. Assim que voltar ao Brasil, o Marcelo vai escrever um review do hands-on para nós.

Saiba tudo sobre o iPhone aqui.

Filas, Filas e mais Filas

Ontém, dia de lançamento de iPhone, vimos filas e mais filas de pessoas que acamparam na frente das Apple Stores para conseguir o tão esperado celular. Resultado? Elas conseguiram seu celular, sem problema algum. O que deve ter deixado elas um pouco chateadas, no entanto, é que hoje não se formam mais filas, nem na loja de São Francisco, nem na de Nova Iorque. As pessoas que querem um iPhone, podem simplesmente entrar e comprar, pois as unidades ainda não acabaram.

Outro fato interessante, é que a AT&T vendeu um iPhone para algumas pessoas sem tempo mínimo necessário para fazer o cancelamento. Apesar do plano ter sido mais caro, esses usuários receberam um código para poder ativar seu iPhone sem a assinatura padrão. Esse iPhone não foi subsidiado, o que pode ser uma tentativa para quem quiser trazer um aparelho desses ao Brasil. Resta saber se tem como abrir e trocar o chip GSM.

Você já deveria estar esperando, também, que o telefone fosse desmontado. O pessoal da Thinksecret já fez o serviço, disponibilizando 49 fotos do processo. Quer ver montarem de volta…

Meizu MiniOne M8

O CEO da Meizu, Jack Wong, demonstrou o seu futuro telefone celular, o Meizu MiniOne. O dispositivo, que parece muito semelhante ao iPhone, terá o Windows CE com um processador ARM11 de 533 MHz. As demais especificações são: 128 MB de memória DDR SDRAM, GSM, EDGE, WCDMA, 2 câmeras de 3 megapixel (uma na frente, uma nas costas), WiFi, GPS e Bluetooth. Suportará formatos como AVI, MPEG4 e WMV, em 720×480 a 30fps. O preço da versão de 16GB será de $453. Que tal?

Fonte: pmptoday.

USA Today: iPhone

Dell está começando a aprender a vender notebooks

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Talvez você não tenha visto o lançamento da linha de notebooks coloridos da Dell. Um fato interessante, contudo, é que eles finalmente aprenderam a vender notebooks, independente das especificações: com mulheres gostosas, é claro :) A foto é do lançamento dos notebooks na Coréia.

Na fila do iPhone, com estilo

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Enquanto uma fila enorme se forma na 5th Avenue, em São Francisco algumas pessoas foram mais espertas. Elas estão na fila também, só que com estilo. Têm maluco para tudo… Assim fica fácil :)

Hoje é o dia do iPhone

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O iPhone será lançado hoje, dia 29 de Junho de 2007. Provavelmente será o assunto mais comentado nos blogs de tecnologia. Como vocês possivelmente já esperavam, o pessoal já está tentando vender o celular no Ebay por preços abusivos. O Ebay, de maneira inteligente, proibiu a listagem desse celular por pessoas que ainda não têm nem como ter o mesmo em mãos. Veja o exemplo:

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As filas estão cada vez maiores, também. Já o pessoal da Newsweek, que já tem um iPhone, quase o perdeu. É verdade, houve uma tentativa de furto. Incrível o que as pessoas são capazes para tentar tirar proveito da situação. No final das contas, a maioria das pessoas que estão lá talvez queiram apenas lucrar em cima disso. A Apple afirmou que cada pessoa poderá obter, no máximo, duas unidades.

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O iTunes também foi atualizado para versão 7.3, para que? Suportar o iPhone, é claro. Além do software, diversos acessórios estão sendo anunciados hoje por terceiros.

Mouse detector de notas falsas

cash.jpgE eu pensei que já havíamos visto de tudo quando se trata de mouses. Um empresa Coreana resolveu lançar um mouse com capacidade de detectar notas faltas. Utiliza-se de lentes e de um LED que emite vários comprimentos de onda que são utilizados para refletir características especificas do dinheiro. Será de funciona com Real?

Leia mais na Aving.

Xbox 360 vs Playstation 3 (parte II)

Mais uma vez o pessoal da Gamespot fez uma comparação entre o Xbox 360 e o Playstation 3. O resultado, ao que parece, continua favorável ao X360. O PS3, porém, está melhorando consideravelmente. No meu ver isso se dá devido à maturação dos programadores nessa plataforma. Todavia, os jogos para PS3 ainda parecem que estão sendo apressados, ou seja, está faltando tempo para “polimentos”, tais como a melhoria nos modelos 3D, maior resolução nas texturas, melhores efeitos de luz, etc. Isso, contudo, não é a regra, pois há jogos em que as versão são idênticas (entre xbox e ps3), bem trabalhadas, com praticamente mesmos efeitos de luz e texturas. Me atrevo a dizer que fizeram as versões usarem o mesmo pacote de texturas; e que os mesmos programadores fizeram os shaders de luz.

Gostei muito de saber que a qualidade dos jogos de PS3 está ficando próxima dos de X360. Só temos a ganhar com isso, pois fará os programadores de ambas plataformas se esforçarem mais a tentar vender seu peixe como melhor que o do outro ;) Para ver o review na íntegra, basta ir aqui. Lá você poderá encontrar mais imagens comparativas, pois aqui só incluí as mais gritantes para ilustrar um pouco do estado atual desses 2 consoles.

Neste conjunto de imagens, percebe-se que o modelo do robô no X360 está mais detalhado e que as texturas tem maior definição.

Armored Core 4Armored Core 4

Já neste conjunto de imagens, percebe-se que, quando os programadores querem, os jogos ficam praticamente idênticos.

NBA Street HomecourtNBA Street Homecourt

Só para finalizar, quero deixar claro que, apesar de ter um X360, sou fã de ambos os consoles e teria um PS3 se assim fosse possível (com esses preços no BR tá difícil). Então se algum review de jogo que boto aqui for meio pro lado do X360, é porque tenho maior vivência nele ;)

95% dos empregados usarão mensageiros instantâneos até 2013

O site InternetNews publicou uma notícia interessante há dois dias comentando sobre um estudo do Gartner (é, o Gartner mesmo! :-)), que analisa o atual e futuro uso de mensageiros instantâneos por funcionários, apontando que 95% deste público vai estar utilizando mensageiros instantâneos (por voz, vídeo e texto) até 2013.

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Como é comentado e facilmente observado, o footprint do uso de mensageiros instantâneos é significativamente menor do que o de uso de emails e outros tipos de comunicação.

Em decorrência da grande utilidade de redes abertas (e de protocolos abertos), comenta-se que uma boa alternativa para as empresas é encontrar uma forma de usar estas ferramentas de forma “correta”.

Estive observando esta tendência recentemente, por ter participado de um projeto para fazer o design e implementação de um arquitetura (SOCKSArmor, Trevio) para controlar estes aplicativos de Internet.

Existe uma demanda grande por este tipo de moderação, provando que esta tendência apontada pelo estudo do Gartner pode estar correta. Agora é só esperar que tanto usuários (funcionários) quanto gestores tenham bom senso no uso de suas ferramentas para todos sairem ganhando com a flexível utilização da Internet.

Google Desktop para Linux

Google está (finalmente) disponibilizando agora uma versão do Google Desktop para Linux, além das versões já disponíveis para Windows e MacOSX. As opções para download incluem as duas tradicionais opções de um RPM “genérico” para os sistemas RPM-based (RedHat, Fedora, SuSE, etc) e um DEB para Ubuntu e Debian.

As dependências para o uso do software são relativamente simples (apenas uma glibc, 2.3.2+, e o GTK+, 2.2.0+). Além dos pacotes disponibilizados no site do projeto, também são referenciados os repositórios do Google para que o software seja atualizado automaticamente nos sistemas suportados.

Além destas referências do projeto, ainda foi criado um outro projeto no code.google.com, que serve especificamente para disponibilizar, como um mirror, os “softwares dependentes” para a utilização do software.

Uma outra curiosidade interessante que observei foi o envolvimento de Jon Trowbridge no projeto. Há algum tempo ele estava trabalhando no projeto Dashboard/Beagle, como funcionário da Novell, e era o mantenedor do projeto Beagle (indexador similar ao Google Desktop, feito em .Net/Mono) até ir trabalhar no Google. Parece que este foi o projeto que ele ficou trabalhando desde aquela época :-)

Como o projeto foi disponibilizado apenas há alguns instantes, fiz a instalação e já estou nos primeiros minutos de uso, mas isto ainda é pouco para tirar conclusões sobre a qualidade e estabilidade do software. Como já sou usuário do Beagle desde as primeiras versões, depois que já estiver usando por algum tempo o Google Desktop para Linux, faço um novo post comentando sobre o uso do software, possivelmente fazendo comentários comparativos entre os dois softwares. Por enquanto, o “GDL” fica indexando alguns dados por aqui… :-)

Google Desktop no Linux
Google Desktop, do Google, em funcionamento em um sistema Linux

Update: Se alguém que já estiver também utilizando o GDL e tiver algumas opiniões sobre as primeiras experiências de uso ou comentários relacionados com o software, poderia colocar estas opiniões e comentários nos… ahem… comentários.